quinta-feira, 9 de maio de 2019
Como instalar Kali Linux no Windows 10 com interface gráfica
1ª ETAPA - Configurando o Windows 10 para a Instalação do Kali
1. ./Habilitar o Linux Subsystem no Windows 10 com PowerShell:
Enable-WindowsOptionalFeature -Online -FeatureName Microsoft-Windows-Subsystem-Linux
2. ./Reinicie o computador.
3. ./Acesse o Link para instalar o Kali Linux via Windows 10 Store:
https://www.microsoft.com/en-us/store/p/kali-linux/9pkr34tncv07
4. ./Inicie o aplicativo que foi instalado e aguarde a instalação.
5. ./Crie um usuário e senha para seu Kali Linux.
6. ./Use o comando abaixo para atualizar os repositórios e o sistema Kali Linux:
apt-get update && apt-get upgrade -y && apt-get dist-upgrade -y
7. ./Essa versão do Kali Linux com Subsistema para Windows não vem com as ferramentas pré instaladas. Então você terá que fazer isso manualmente.
8. ./Agora vamos adicionar a pasta do Kali Linux no Windows Defender para que ele não "barre" a instalação de ferramentas:
- Pressione a tecla WINDOWS+R
- Pesquise "appdata" (Sem aspas)
- Depois abrirá a pasta "appdata"
- Vá em "Local" depois "Packages" e por fim procure a pasta do Kali Linux.
- Copie o diretório da pasta.
- Abra seu Windows Defender.
- Com o Windows Defender aberto, vá em "Proteção contra vírus e ameaças", depois em "Configurações de proteção contra vírus e ameaças"
- Em "Configurações de proteção contra vírus e ameaças", procure "Exclusões".
Logo abaixo de exclusões vai ter uma opção chamada "Adicionar ou remover exclusões", clique.
Em seguida clique em "Adicionar uma exclusão" e depois escolha o tipo de exclusão, neste caso, vamos clicar em "Pasta".
- Após isso vai abrir uma janela pedindo pra você procurar a pasta, é só colocar o diretório do Kali que pegamos antes, e colar.
- Clique em "Selecionar pasta" e pronto! a regra já foi adicionada ao Kali Linux, e o defender não vai mais bloquear a instalação de ferramentas.
9. Uma das ferramentas mais utilizadas no Kali Linux é o "metasploit-framework", para instala-lo, use o comando:
apt-get install metasploit-framework postgresql
10. Pronto! Seu Subsistema do Kali Linux foi instalado com sucesso.
Kali@root$~:
2ª ETAPA - Instalação do Ambiente Gráfico (XFCE)
1. ./Como o Kali Linux no Subsistema não vem com ferramentas pré instaladas, precisamos instalar um aplicativo chamado "wget".
Use o seguinte comando para instalar:
apt-get install wget
2. ./Baixe o script para criar a interface gráfica com o seguinte comando:
wget https://kali.sh/xfce4.sh
3. ./Agora execute o script com o seguinte comando:
sudo sh xfce4.sh
4. ./Aguarde a instalação (pode demorar um pouco)
5. ./O script vai criar um "computador remoto" do Kali Linux, e vai usar uma porta padrão para fazer a conexão remotamente.
Para iniciar o Desktop remoto, use o seguinte comando:
sudo /etc/init.d/xrdp start
6. ./Pesquise no menu iniciar por "Conexão de área de trabalho remota" e clique no mesmo.
7. ./Para fazer login no Desktop remoto, vai ser usado o "localhost" com a porta que foi gerada pelo script.
Para realizar o login, cole o seguinte IP no programa de Conexão de área de trabalho remota:
127.0.0.1:3390
8. ./Vai abrir uma tela de login, nessa tela coloque o mesmo usuário de senha que criamos na instalação do Kali Linux.
9. ./Pronto! o Kali Linux com interface gráfica foi instalado com sucesso.
10. ./Para fechar o Desktop remoto, use o seguinte comando:
sudo /etc/init.d/xrdp stop
Kali@root$~:
Os Créditos deste Tutorial vai para: ImCrying
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Como corrigir ou reparar problemas na inicialização (boot) do Windows 8
O Windows 8 recebeu uma boa quantidade de melhorias em diversos setores do sistema de comparado a seus antecessores. O gerenciamento de atualizações do sistema e os recursos de restauração e reparo são algumas dessas melhorias, contudo, a longa história de problemas de dual boot quando instalada diferentes versões do sistema em uma só máquina, problemas relacionados a MBR corrompida além de problemas variados no BCD é algo crônico nos sistemas da Microsoft, apesar da solução agora estar mais simples de ser resolvida do que nunca.
Sempre que nos deparamos com problemas na inicialização do sistema é algo extremamente desagradável, pois isso impede a utilização do computador e o acesso a dados e documentos importantes. Qualquer dual boot mal sucedido ou configuração inadequada na configuração de inicialização do computador pode ser fatal.
Como corrigir problemas na inicialização do Windows 8
Uma das maneiras mais simples de corrigir quaisquer problemas na inicialização do novo sistema da Microsoft é através do DVD de instalação ou um pendrive bootável do Windows 8. Aqui está o tutorialpara criar o pendrive bootável e no final desta página é possível baixar a ISO trial do Windows 8, suficiente para esta finalidade.
De posse com o DVD ou pendrive do Windows 8, inicie o computador com o pendrive ou o DVD como prioridade (isso pode ser feito através da configuração da BIOS sendo que muda de computador para computador), embora possa funcionar sem nenhuma configuração adicional na BIOS.
Assim que o instalador iniciar configure o idioma e o layout do teclado e clique em “Avançar”. Na tela conforme figura abaixo selecione a opção “Reparar o computador” ou “Repair you computer” no caso do sistema estar em inglês.
O próximo passo é escolher a opção “Solução de problemas” (Troubleshoot) e depois e “Opções Avançadas” (Advanced options).
A primeira tentativa aqui é tentar a opção “Reparo Automático” (Automatic Repair).
Se isso resolveu seu problema, parabéns! Caso contrário, continue lendo:
Volte para as opções avançadas e escolha o “Prompt de Comando”. Indo para o caminho mais fácil para resolver o problema, digite os seguintes quatro comandos no prompt:
bootrec /fixmbr
bootrec /fixboot
bootrec /scanos
bootrec /rebuildbcd
Recebida a confirmação reinicie a máquina.
bootrec /fixboot
bootrec /scanos
bootrec /rebuildbcd
O problema não foi resolvido. E agora?
Volte novamente ao Prompt de comando e tente o seguinte:
Digite o comando “bcdedit”. A lista de itens aparecerá no Gerenciador de Inicialização do Windows e no Windows Boot Loader. Procure por problemas no “Under Windows Boot Manager” e Under Windows Boot Loader”. Execute os seguintes três comandos para corrigir as configurações:
bcdedit / set {default} device partition = c:
bcdedit / set {default} osdevice partition = c:
bcdedit / set {bootmgr} device partition = c:
Se nenhuma dessas alternativas conseguiu resolver o problema, talvez o problema esteja parte física da máquina.
bcdedit / set {default} osdevice partition = c:
bcdedit / set {bootmgr} device partition = c:
sexta-feira, 3 de junho de 2011
SQL - Inserir, alterar e excluir
Inserir, alterar e excluir dados com insert into, update e delete
Em SQL as instruções DML (Data Manipulation Language) são usadas para manipulação de dados e consiste nas operações de inserir dados (insert into), alterar dados (update) e excluir dados (delete). Inserir, alterar e excluir dados são consideradas operações essenciais e de grande aplicação nas operações com banco de dados.insert into, update e delete são comandos da linguagem SQL e não dos bancos de dados, como o Oracle, SQL Server, Access ou MySQL. Isto significa que o aprendizado destes comandos tem enorme abrangência, pois você poderá usá-los em qulaquer banco de dados relacional, como os bancos acima citados.
Inserir dados com insert into
Para inserir linhas em uma tabela usamos o comando INSERT. Este comando faz parte das instruções DML (Data Manipulation Language) ou Linguagem de manipulação de dados.
Exemplo 1: Insert into em SQL Server e Access
INSERT INTO empregados(nome, data_nascimento, salario, cidade, estado)
VALUES('José','05/14/1965',1000,'Brasilia','DF')
Este mesmo exemplo deve ser tratado de forma diferente para o MySQL, pois o formato de data que ele opera é diferente do SQL Server. Veja como fica o mesmo exemplo para o banco MySQL.
Exemplo 1: Insert into em MySQL
INSERT INTO empregados(nome, data_nascimento, salario, cidade, estado)
VALUES('José','1965-15-14',1000,'Brasilia','DF')
No caso da coluna codigo_empregado nós não podemos usar o insert para tentar inserir um valor nesta coluna, pois a mesma foi criada com o argumento Identity, que faz a geração automática dos valores desta coluna.
Observe que as colunas do tipo texto (nome, cidade e estado) e a coluna do tipo data (data_nascimento) recebem os valores entre (aspas simples ou apóstrofo), porém, na coluna numérica (salário) o valor foi passado sem o uso de aspas simples.
No caso do MySQL a data tem o formado de ano, mês e dia.
Exemplo 2: SQL Server e Access
INSERT INTO empregados(nome, data_nascimento)
VALUES('João','12/15/1960')
Lembrando que o MySQL trata a data no formato ano-mes-dia, portanto devemos fazer esta alteração. Veja o mesmo exemplo para MySQL.
INSERT INTO empregados(nome, data_nascimento)
VALUES('João','1960-12-15')
Observe que não usamos todas as colunas da tabela empregados criada anteriormente, ou seja, você pode fazer um insert em apenas algumas colunas. Neste caso as demais colunas irão receber valores nulos.
Exemplo 3: SQL Server
INSERT INTO empregados(nome, data_nascimento, salario)
VALUES('Maria','22/06/1954',1420,52)
Em MySQL o exemplo fica assim:
INSERT INTO empregados(nome, data_nascimento, salario)
VALUES('Maria','1954-06-22',1420,52)
O exemplo acima causou um erro porque houve excesso de valores, ou seja, perceba que o valor 1420,52 tem uma vírgula e isto fez com que o banco de dados entendesse como sendo dois valores. Neste caso a vírgula deverá ser substituido por ponto, ao invés de usar 1420,52, use 1420.52.
Alterar dados com update
Para alterar linhas em uma tabela usamos o comando UPDATE. Este comando faz parte das instruções DML (Data Manipulation Language) ou Linguagem de manipulação de dados.
UPDATE empregados set nome='João da Silva',cidade='São Paulo' where codigo_empregado=2
No exemplo acima, alteramos o nome para João e a cidade para São Paulo, mas é importante observar que esta alteração só irá ocorrer onde o código do empregado for igual a 2.
A cláusula where é usada para criar um filtro, ou seja, para determinar quais as linhas serão afetadas.
CUIDADO: Se você não especificar a cláusula where as modificações serão aplicadas em todas as linhas da tabela.
Excluir dados com delete
Para excluir linhas em uma tabela usamos o comando DELETE. Este comando faz parte das instruções DML (Data Manipulation Language) ou Linguagem de manipulação de dados.
DELETE FROM empregados where codigo_empregado=1
CUIDADO: Se você não especificar a cláusula where todas as linhas da tabela serão excluídas.
No exemplo acima, será excluído a linha em que o código do empregado for igual a 1
A cláusula where é usada para criar um filtro, ou seja, para determinar quais as linhas serão afetadas.
Para excluir todas as linhas de uma tabela use o comando Delete como no exemplo a seguir:
DELETE FROM empregados
_________________________Créditos deste artigo para: http://www.luis.blog.br
segunda-feira, 30 de maio de 2011
instalação de Firewall com Iptables utilizando Layer7
Introdução
O projeto Layer7 é um patch que permite ao Netfilter tratar a camada de aplicação. Em nosso caso, foi instalado especificamente para controlar MSN e transferência de arquivos pelo MSN. Porém ele trata muitos outros protocolos. Para conhecê-los melhor, basta acessar o link:Existem diversos tutoriais na internet que tratam sobre esta instalação de Layer7 com Iptables, porém devido a atualização de versões, entre outros fatores, sempre é bom fazer uma revisão atualizando os dados e melhorando em alguns pontos. Este artigo tem por objetivo esta revisão. Toda e qualquer sugestão de melhoria é bem vinda.
Procedimentos de instalação
Caso queira baixar todos os pacotes necessários antes de iniciar, seguem os links diretos para download:1. Instalar pacotes necessários (caso falte alguma dependência, basta instalar ou se preferir faça a instalação dos pacotes abaixo usando o aptitude):
# apt-get install libncurses5-dev kernel-package gcc
2. Criar diretório para armazenar pacotes:
# mkdir /opt/layer7
# cd /opt/layer7
3. Baixar e descompactar o pacote do projeto Layer7 (utilizei a versão 2.21):
# wget -c http://downloads.sourceforge.net/project/l7-filter/l7-filter%20kernel%20version/2.21/netfilter-layer7-v2.21.tar.gz?use_mirror=ufpr&ts=1278937632
# tar zxvf netfilter-layer7-v2.21.tar.gz
4. Baixar e descompactar o fonte do Kernel (utilizei a versão 2.6.25.2):
# cd /root/
# wget -c ftp://ftp.kernel.org/pub/linux/kernel/v2.6/linux-2.6.25.2.tar.bz2
# cd /usr/src
# tar jxvf /root/linux-2.6.25.2.tar.bz2
5. Aplicar o patch do Layer7 no novo kernel:
# cd /usr/src/linux-2.6.25.2
# patch -p1 < /opt/layer7/netfilter-layer7.v2.21/kernel-2.6.25-2.6.28-layer7-2.21.patch
6. Aproveitar configuração do kernel atual:
Caso queira usar as configurações do kernel atual no novo kernel, utilize os comandos abaixo. Provavelmente será necessário responder várias perguntas referentes a novos itens inclusos no novo kernel e que não existiam no atual. Para estas perguntas, caso não saiba as respostas, pressione então de fora a fora, pois depois você poderá rever as opções na próxima etapa).
# cp /boot/config-2.6[pressione o tab] /.config
# make oldconfig
7. Configurar o novo kernel:
# make menuconfig
Acesse os submenus como segue:
Networking
Networking options
Network packet filtering framework (netfilter)
Core Netfilter Configuration
Marque os módulos referentes ao Layer 7 (na dúvida marque todos os módulos). Volte 1 nível e entre no submenu:
IP: Netfilter Configuration
Marque o módulo "IPv4 connection tracking support (required for NAT)".
Marque o módulo "Full NAT" e demais sub-itens desse módulo.
Obs.: Em caso de instalar sem utilizar a configuração de kernel anterior, convém dar uma passada em todo o submenu de Networking afim de verificar se opções referentes a bridge, nat e afins estejam selecionadas.
Terminado, salve e saia.
8. Compilar o novo kernel e criar um pacote .deb do mesmo:
# make-kpkg -initrd kernel_image
Obs.: Caso esteja fazendo a atualização de um servidor remoto, por questões de segurança convém deixar este processamento em segundo plano.
# make-kpkg -initrd kernel_image &
Saia para tomar um merecido café, pois esta etapa demora um tempo considerável.
Obs.: A instalação manual também pode ser realizada, mas como se trata de Debian, não precisamos ficar "reiventando a roda", vamos gerar o pacote e deixar o dpkg fazer o resto. Mas caso queira fazer manualmente também funciona.
9. Instalar o novo kernel:
# dpkg -i ../linux-image-2.6.25[pressione TAB].deb
10. Reiniciar a máquina com o novo kernel:
# shutdown -r now
Obs.: Caso aconteça algum erro, dê boot com o kernel antigo e então remova este novo kernel para fazer melhorias.
# apt-get remove --purge linux-image-2.6.25.2
(para ver o nome correto do pacote faça: dpkg -l | grep linux-image)
11. Baixar o Iptables (utilizei a versão 1.4.0, pois as posteriores não obtive sucesso):
# cd /opt/layer7
# wget -c http://www.netfilter.org/projects/iptables/files/iptables-1.4.0.tar.bz2
12. Descompactar o fonte e aplicar o patch:
# cd /opt/layer7
# tar jxvf iptables-1.4.0.tar.bz2
# cd iptables-1.4.0
# patch -p1 < /opt/layer7/netfilter-layer7-v2.1/iptables-1.4-for-kernel-2.6.20forward-layer7-2.21.patch
# chmod 755 extension/.layer7-test
13. Remover o Iptables antigo e instalar a nova versão:
# aptitude purge iptables
# make KERNEL_DIR=/usr/src/linux-2.6.25 BINDIR=/sbin LIBDIR=/lib
# make install KERNEL_DIR=/usr/src/linux-2.6.25 BINDIR=/sbin LIBDIR=/lib
Verificar se tudo correu bem:
# iptables -n -L
# iptables -n -L -t nat
# ls -l /lib/iptables/*layer7*
14. Baixar e instalar os pacotes de protocolos do Layer7:
# cd /opt/layer7
# wget -c http://downloads.sourceforge.net/project/l7-filter/Protocol%20definitions/2009-05-28/l7-protocols-2009-05-28.tar.gz?use_mirror=ufpr&ts=1278938145
# tar zxvf l7-protocols-2009-05-28.tar.gz
# cd l7-protocols-2009-05-28
# make install
# ls /etc/l7-protocols/protocols
Dicas importantes a respeito do Layer7
Dica 1: Caso você já tenha o Layer7 funcionando e necessite apenas atualizar os protocolos suportados, basta fazer apenas o item 14, observando é claro o nome do novo arquivo de protocolos. O que acontece é apenas copiar os novos pacotes de protocolos em cima dos antigos. Então convém fazer um backup dos arquivos dos protocolos antigos.Dica 2: Nem sempre todos os pacotes mais recentes envolvidos funcionam plenamente em conjunto, então observe as versões de kernel, iptables e layer7 compatíveis antes fazer as compilações.
_______________________________________________
CRÉDITOS PARA: Dorival Junior (http://www.vivaolinux.com.br/~dorivaljunior)
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
ERR_ACCESS_DENIED personalizado
Códigos para serem inseridos nos arquivos ERR_* templates
Esta lista descreve as TAGs que o Squid pode inserir nas mensagens:
%a - User identity
%B - URL with FTP %2f hack
%c - Squid error code
%d - seconds elapsed since request received (not yet implemented)
%e - errno
%E - strerror()
%f - FTP request line
%F - FTP reply line
%g - FTP server message
%h - cache hostname
%H - server host name
%i - client IP address
%I - server IP address (NP: upper case i)
%l - Local site CSS stylesheet. (Squid-3.1 and later) (NP: lower case L)
%L - contents of err_html_text config option
%M - Request Method
%m - Error message returned by external auth helper
%o - Message returned by external acl helper
%p - URL port \#
%P - Protocol
%R - Full HTTP Request
%S - squid default signature. (Squid prior to 3.1 automatically add unless %s is used.)
%s - caching proxy software with version
%t - local time
%T - UTC
%U - URL without password
%u - URL with password. (Squid-2.5 and later only.)
%W - Extended error page data URL-encoded for mailto links.
%w - cachemgr email address
%z - DNS server error message
%Z - Error message
Exemplo: ERR_ACCESS_DENIED
Localização: /usr/share/squid/errors/en-us
Fonte: http://wiki.squid-cache.org/Features/CustomErrors?highlight=%28faqlisted.yes%29
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Usando os Servidores do OpenDNS para Resolução de Nomes
Utilizar o OpenDNS é muito fácil, mais fácil ainda se você utiliza uma conexão com IP fixo. Nesse caso, basta substituir os servidores DNS informados pelo seu provedor de acesso à internet pelos IPs do OpenDNS, os quais são:
Edite seu arquivo /etc/resolv.conf e adicione estes servidores
nameserver 208.67.222.222
nameserver 208.67.220.220
Fonte: http://www.guiadohardware.net/dicas/opendns.html
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Como bloquear audio e vídeo usando squid
No arquivo /etc/squid/squid.conf insira as linhas abaixo antes das liberações
#acl bloqueio de extensõde ráos online / arquivos de streaming:
acl streaming rep_mime_type -i "/etc/squid/mimeaplicativo"
acl proibir_musica urlpath_regex -i "/etc/squid/audioextension"
http_reply_access deny streaming
http_reply_access deny proibir_musica
Ainda no arquivo SQUID.CONF, insira a seguinte linha de comando, isso para que o squid possa gerar os logs adequados.
log_mime_hdrs on
# vi /etc/squid/mimeaplicativo
application/vnd.audiograph
audio/32kadpcm
audio/3gpp
audio/amr
audio/amr-wb
audio/annodex
audio/basic
audio/flac
audio/g.722.1
audio/l16
audio/mid
audio/midi
audio/mp4a-latm
audio/mpa-robust
audio/mpeg
audio/mpegurl
audio/ogg
audio/parityfec
audio/prs.sid
audio/telephone-event
audio/tone
audio/vnd.cisco.nse
audio/vnd.cns.anp1
audio/vnd.cns.inf1
audio/vnd.digital-winds
audio/vnd.everad.plj
audio/vnd.lucent.voice
audio/vnd.nortel.vbk
audio/vnd.nuera.ecelp4800
audio/vnd.nuera.ecelp7470
audio/vnd.nuera.ecelp9600
audio/vnd.octel.sbc
audio/vnd.qcelp
audio/vnd.rhetorex.32kadpcm
audio/vnd.vmx.cvsd
audio/x-aiff
audio/x-gsm
audio/x-mpegurl
audio/x-ms-wax
audio/x-ms-wma
audio/x-pn-realaudio
audio/x-pn-realaudio-plugin
audio/x-realaudio
audio/x-scpls
audio/x-sd2
audio/x-wav
application/x-videolan
video/3gpp
video/annodex
video/dl
video/dv
video/fli
video/flv
video/gl
video/mp4
video/mp4v-es
video/mpeg
video/ogg
video/parityfec
video/pointer
video/quicktime
video/vnd.fvt
video/vnd.motorola.video
video/vnd.motorola.videop
video/vnd.mpegurl
video/vnd.mts
video/vnd.nokia.interleaved-multimedia
video/vnd.vivo
video/x-flv
video/x-la-asf
video/x-matroska
video/x-mng
video/x-ms-asf
video/x-ms-asx
video/x-msvideo
video/x-ms-wm
video/x-ms-wmv
video/x-ms-wmx
video/x-ms-wvx
video/x-sgi-movie
# vi /etc/squid/audioextension
\.aif$
\.aifc$
\.aiff$
\.asf$
\.asx$
\.avi$
\.au$
\.m3u$
\.med$
\.mp3$
\.m1v$
\.mp2$
\.mp2v$
\.mpa$
\.mov$
\.mpe$
\.mpg$
\.mpeg$
\.ogg$
\.pls$
\.ram$
\.ra$
\.ram$
\.snd$
\.wma$
\.wmv$
\.wvx$
\.mid$
\.midi$
\.rmi$
Crie um Shell Script para ficar analisando os logs que serão registrados no squid, assim você terá sempre seu arquivo de bloqueio atualizado.
# vi /etc/squid/checa.sh
# =================
# Script para atualizacao
# de Bloqueio de Radio/Video
# on-line
# Author: Leandro Moreira
# Date: 04-24-2009
set -x
# =================
# Variaveis
# =================
PERL="/usr/bin/perl"
AUDIO=`$PERL -p -e "s/\\\r/\r/g;s/\\\n/\n/g" /var/log/squid/access.log | egrep -v 'text/html|text/xml' | grep -i "Content-Type:" | sed 's/;/ /g' | awk '{ print$2 } ' | sort -u | grep audio > /tmp/audio`
VIDEO=`$PERL -p -e "s/\\\r/\r/g;s/\\\n/\n/g" /var/log/squid/access.log | egrep -v 'text/html|text/xml' | grep -i "Content-Type:" | sed 's/;/ /g' | awk '{ print$2 } ' | sort -u | grep video > /tmp/video`
# ======================/
cat /tmp/audio >> /etc/squid/mimeaplicativo
cat /etc/squid/mimeaplicativo | sort | uniq -c| awk '{print$2}' > /tmp/audio.tmp
cat /tmp/audio.tmp > /etc/squid/mimeaplicativo
cat /tmp/video >> /etc/squid/mimeaplicativo
cat /etc/squid/mimeaplicativo | sort | uniq -c| awk '{print$2}' > /tmp/video.tmp
cat /tmp/video.tmp > /etc/squid/mimeaplicativo
Mude o atributo do arquivo criado acima permitindo execução:
# chmod +x /etc/squid/checa.sh
Agora edite o arquivo /etc/crontab e insira os códigos abaixo:
1ª Linha - Agendei para rodar na cron a cada 5 minutos
2ª Linha - Atualizar o squid a cada hora
# vi /etc/crontab
*/5 * * * * /root/script.sh /var/log/script.log 2>&1
59 * * * * squid -k reconfigure
Reinicialize o cron, (service cron restart)
OBS: Complementando o bloqueio, adicione as seguintes regras em seu firewall:
#bloqueio da RADIO do UOL
iptables -A INPUT -d 0/0 -p tcp --dport 1935 -j DROP
iptables -A INPUT -d 0/0 -p udp --dport 1935 -j DROP
iptables -A FORWARD -d 0/0 -p tcp --dport 1935 -j DROP
iptables -A FORWARD -d 0/0 -p udp --dport 1935 -j DROP
#bloqueio da RADIO Bradesco
iptables -A INPUT -d 0/0 -p tcp --dport 29054 -j DROP
iptables -A INPUT -d 0/0 -p udp --dport 29054 -j DROP
iptables -A FORWARD -d 0/0 -p tcp --dport 29054 -j DROP
iptables -A FORWARD -d 0/0 -p udp --dport 29054 -j DROP
Créditos relevantes para:
http://www.mail-archive.com/debian-user-portuguese@lists.debian.org/msg124511.html
Como libero hosts no FIREWALL para não passar pelo proxy e ter acesso
Essa regra deve vir antes da regra que redireciona as conexoes para o Squid... uma regra parecida com essa:
Talvez nao seja REDIRECT talvez seja DNAT porque o Firewall e o Proxy podem ser maquinas diferentes, isso depende de como esta ai.
Mas de qualquer maneira voce deve adcionar essa regra antes, porque senao nao tem efeito.
Créditos para: http://under-linux.org/f96/como-libero-hosts-no-firewall-para-nao-passar-pelo-proxy-ter-acesso-%5Bresolvido%5D-85433/
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Onde localizar as páginas de erros do SQUID
Quando o Squid é instalado via pacote, em geral ele já possui um diretório padrão onde as páginas de erro são armazenadas. Por exemplo, no Debian, elas ficam em:
/usr/share/squid/errors/English
Em outros empacotamentos, elas podem estar em /etc/squid/errors. De qualquer forma, é possível escolher qual o diretório que lhe agrada, procurando no squid.conf pelo parâmetro error_directory, alterando-o se desejar.
Estas páginas são arquivos html com nomes em maíusculas correspondente ao erro que as carregará. Por exemplo, quando o acesso for negado ao usuário, o conteúdo da página ERR_ACCESS_DENIED será exibido.
Se as mensagens de erro de seu Squid estão em Inglês, uma forma bem simples de torná-las em português é copiar o conteúdo da pasta Portuguese para English:
sudo cp /usr/share/squid/errors/Portuguese/* /usr/share/squid/errors/English/
Após alterar as páginas, formatando-as a seu gosto, é preciso reiniciar o Squid para que as mudanças passem a vigorar.
Fonte: http://www.cybershark.net/tutoriais/squid
Como limitar o tamanho do download no squid
Esta é uma configuração de ACL no Squid de modo limitar o tamanho dos downloads efetuados pelos usuários.
reply_body_max_size 10485760 allow html
Onde:
- html é uma acl do tipo html e texto puro --> páginas de sites;
- Com o parâmetro reply_body_max_size 10485760 allow html --> informamos que somente será permitidos downloads de arquivos com no máximo tamanho de 10 Mb.
1 Mb equivale a 1024 * 1024 = 1048576 bytes e para chegar a 10 Mb multiplica-se por 10 = 10485760 bytes.
OBS: No momento em que um usuário tentar efetuar um download de algum arquivo com tamanho acima de 10 Mb, será retornado uma página do Squid informando que a requisição GET é muito grande. Já aí fica a teu critério personalizar a página de erro com uma mensagem mais amigável.
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Limitando-tamanho-de-downloads-com-o-Squid
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Como configurar o arquivo INTERFACES (Linux)
#-- inicio do arquivo /etc/network/interfaces ----
# This file describes the network interfaces available on your system
# and how to activate them. For more information, see interfaces(5).
# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback
# The primary network interface
auto eth0
iface eth0 inet static
address 192.168.10.6
netmask 255.255.255.0
auto eth2
iface eth2 inet static
address 172.30.9.4
netmask 255.255.255.248
auto eth3
iface eth3 inet static
address 111.111.111.111
netmask 255.255.255.0
post-up route add -net 172.30.11.0 netmask 255.255.255.248 gw 172.30.9.2
post-up route add -net 192.168.12.0 netmask 255.255.255.0 gw 172.30.9.2
post-up route add -net 192.168.11.0 netmask 255.255.255.0 gw 192.168.10.20
auto dsl-provider
iface dsl-provider inet ppp
pre-up /sbin/ifconfig eth3 up # line maintained by pppoeconf
provider dsl-provider
#
#--- final do arquivo /etc/network/interfaces -------
OBS: veja que neste arquivo você pode configurar inclusive as rotas para serem carregadas automaticamente no boot do sistema operacional.
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